01 maio 2010

Dilma e Mercadante, os falsos doutores do PT

Do site gentequemente.org.br:

30 outubro 2009

ELE NÃO PRECISA DO SEU VOTO!


O diálogo que se ouve é este:

CIDADÃO - Ei, Lula, um abraço pro senhor

LULA - Tchau, tchau, meu querido!

CIDADÃO - Não voto no senhor, muito obrigado, aí

LULA - Fica com Deus! Não tou precisando do seu voto!

28 outubro 2009

Lula veste o boné do MST - de novo

Lula vestiu novamente o boné do MST. Vestiu boné, camisa, empunhou bandeira a favor da organização. Lula foi a luta, sabem contra quem? Gilmar Mendes. Aquele que, se a esquerdopatia pudesse, defenestraria do STF. Em seu lugar colocariam outro Toffoli da vida. Aliás, sobre este último, como será que Lula avaliou seu "notável saber jurídico", exigência constitucional para um cidadão assumir a cadeira de ministro do Supremo?

Bom, voltando a Lula e Mendes. O presidente ficou irritado com uma declaração contundente do ministro - que não tem medo de falar - em que pedia a suspenção do repasse de subsídios a entidades que promovam invasões e atos de violência. De onde Mendes tirou isso? Ora, da lei. A nossa legislação determina isso. E, mais uma vez, o governo rasga as leis.

Aí Lula foi a luta. Quis desconversar. Disse que todo repasse passa por "um crivo e uma análise" dos órgãos do governo. Ah, é? Aqueles órgãos incrustados de petistas? Deve ser mesmo uma "análise" muito imparcial. E foi além, afirmou, vejam que coisa, que atos de vandalismo não precisam de recursos para serem praticados.

Será mesmo? Então, que tal fazermos esse teste. Corte-se as verbas repassadas para esses desocupados praticarem esses atos e veremos como eles sobrevivem.

Ora, o que Mendes pediu é apenas uma exigência da lei. O bom senso que Lula pede já está positivado: dinheiro público não pode servir para atos de baderna. É tão simples.

Mas anotem aí: em breve vocês veram nos noticiários mais um ato contra Mendes. Execreram-no em praça pública, por que, que coisa!, exerceu seu papel de defensor da lei.
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27 outubro 2009

De volta ao batente ou nos calcanhares de Chávez

Olá amigos,

Primeiramente, quero perdir desculpas. Sei que falhei em passar um bom tempo longe da blogosfera, deixando a luta ingrata abandonada. Entre indas e vindas, dessa vez é pra valer. Começo hoje a saga, que dei início em 1º de Junho de 2006, e que me rendeu alguns bons elogios e muita, mais muita, cacetada. É do jogo. Estou novamente na luta. Espada e escudo na mão.

Bom, volto e quero começar um debate que sempre me incomoda: a aproximação do Brasil com Chávez. Sim, com Chávez e não com a Venezuela. Aquele povo, apesar de elegê-lo, não tem culpa do governante que têm.

O que não admito é que o Maluco de Caracas, vez por outra, venha meter seu bedelho por aqui. Parece que, agora sim, o governo brasileiro, e seu "paizão" Lula, conseguirá infiltrá-lo dentro do Mercosul.

Matéria da Folha de hoje, por Andreza Marais e Adriano Ceolin:

O governo já tem os votos necessários na Comissão de Relações Exteriores do Senado para aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul. Dos 19 senadores que compõem o colegiado, 11 são favoráveis à adesão, todos pertencentes a partidos que apoiam o governo Lula.

A questão se transformou em um embate político que vem sendo travado na comissão entre governistas e oposição e com desfecho marcado para depois de amanhã.

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentou relatório contrário à participação da Venezuela no bloco, texto que deve ser rejeitado por 11 a 7. Na sequência, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), trará um substitutivo favorável, este sim com votos para ser aprovado.

A Folha ouviu na última semana os senadores da comissão, sendo que 10 afirmaram ser favoráveis à Venezuela e 7, contra (incluindo o presidente, que só vota em caso de empate). Apenas dois não quiseram se manifestar: os senadores Francisco Dornelles (PP-RJ) e Marco Maciel (DEM-PE). A Folha apurou que Dornelles tende a votar a favor e Maciel, contra a adesão.Dos aliados, só o senador Fernando Collor (PTB-AL) promete votar com a oposição. Como estão garantidos os votos dos demais governistas, a defecção não fará diferença no placar favorável a Hugo Chávez, presidente da Venezuela.

Se não houver pedidos de adiamento, a votação na quinta irá coincidir com a presença de Lula em Caracas.Um dos argumentos usados pelos favoráveis à entrada do país no bloco é que a “Venezuela não é Chávez” e que o povo não pode ser punido por um presidente de ocasião.

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22 julho 2009

DEM ajuíza ação contra o sistema de cotas raciais instituído por universidades públicas

Do site do STF. Comento no post seguinte:

A instituição de cotas raciais na Universidade de Brasília (UnB) foi objeto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186 ajuizada, com pedido de suspensão liminar, pelo Democratas (DEM) no Supremo Tribunal Federal (STF). O partido tem a finalidade de que seja declarada a inconstitucionalidade de atos do poder público que resultaram na instituição de cotas raciais na universidade.

Conforme a ação, o resultado do 2º vestibular 2009 da Universidade de Brasília, que adotou o sistema de acesso por meio de cotas raciais, foi publicado no dia 17 de julho de 2009 e o registro dos estudantes aprovados, cotistas e não-cotistas, está previsto para os dias 23 e 24 de julho de 2009.

O partido salienta que a violação aos preceitos fundamentais decorre de específicas determinações impostas pelo Poder Público (Universidade de Brasília). Atos administrativos e normativos determinaram a reserva de cotas de 20% do total das vagas oferecidas pela universidade a candidatos negros (dentre pretos e pardos).

O DEM assevera que acontecerão danos irreparáveis se a matrícula na universidade for realizada pelos candidatos aprovados com base nas cotas raciais, “a partir de critérios dissimulados, inconstitucionais e pretensiosos da Comissão Racial”. “A ofensa aos estudantes preteridos porque não pertencem à raça ‘certa’ é manifesta e demanda resposta urgente do Judiciário”, argumenta o partido.

Atos questionados

Na ação, o DEM contesta os seguintes atos: I) Ata da Reunião Extraordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade de Brasília (CEPE), realizada no dia 6 de junho de 2003; II) Resolução nº 38, de 18 de junho de 2003, do CEPE; III) Plano de Metas para a Integração Social, Étnica e Racial da Universidade de Brasília - UnB; IV) dispositivos do Edital nº 2, de 20 de abril de 2009, do 2º Vestibular de 2009, do Cespe.

Preceitos fundamentais vulnerados

Os advogados do partido ressaltam que estão sendo violados diversos preceitos fundamentais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988. São eles: os princípios republicano (artigo 1º, caput) e da dignidade da pessoa humana (inciso III); dispositivo constitucional que veda o preconceito de cor e a discriminação (artigo 3º, inciso IV); repúdio ao racismo (artigo 4º, inciso VIII); Igualdade (artigo 5º, incisos I), Legalidade (inciso II), direito à informação dos órgãos públicos (XXXIII), combate ao racismo (XLII) e devido processo legal (LIV).

Além disso, seriam feridos os princípios da legalidade, da impessoalidade, da razoabilidade, da publicidade e da moralidade, corolários do princípio republicano (artigo 37, caput); direito universal à educação (artigo 205); igualdade nas condições de acesso ao ensino (artigo 206, caput e inciso I); autonomia universitária (artigo 207, caput); princípio meritocrático - acesso ao ensino segundo a capacidade de cada um (artigo 208, inciso V).

Pedido de liminar

Por essas razões, o partido pede a concessão da medida liminar pelo STF a fim de suspender a realização da matrícula dos alunos aprovados mediante o sistema universal e o sistema de cotas para negros na Universidade de Brasília, que acontecerá nos próximos dias 23 e 24 de julho de 2009. Requer que o Cespe divulgue nova listagem de aprovados, a partir das notas de cada candidato, independentemente do critério racial, determinando que somente após essa divulgação os alunos realizem a matrícula, obedecendo à classificação universal.

Pede que o Cespe abstenha-se de publicar quaisquer editais para selecionar e/ou classificar candidatos para ingresso na universidade com acesso diferenciado baseado na raça. Também solicita que o Cespe/UnB não pratique “qualquer ato institucional racializado para tentar identificar quem é negro dentre os candidatos, suspendendo a Comissão Racial instituída pelo item 7 e subitens, do Edital nº 2/2009, Cespe/UnB”.

Por fim, pede para que juízes de tribunais de todo o país, tanto da Justiça Federal quanto da estadual, suspendam imediatamente todos os processos que envolvam a aplicação do tema cotas raciais para ingresso em universidades, até o julgamento definitivo da ADPF, “ficando impedidos de proferir qualquer nova decisão que, a qualquer título, garanta o acesso privilegiado de candidato negro em universidade em decorrência da raça”. Assim, requer que sejam suspensos, com eficácia ex tunc (retroativa), os efeitos de qualquer decisão que tenham garantido a constitucionalidade das cotas raciais implementadas pela Universidade de Brasília.

Pedido sucessivo

O partido requer, sucessivamente, que em caso de a Corte entender pelo descabimento da ADPF, seja o pedido recebido como Ação Direta de Inconstitucionalidade, “em homenagem ao princípio da fungibilidade processual, porquanto observados nesta peça todos os demais requisitos necessários à propositura da ADI, possibilidade esta que já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal”.


Download da ADPF, clique ADPF186.pdf .

20 julho 2009

ZELAYA, O QUERIDINHO DOS IDIOTAS E DOS VIGARISTAS, AGORA PEDE GUERRA CIVIL

Por Reinaldo Azevedo:

Conforme escrevi aqui desde o primeiro dia da crise, ainda que Manuel Zelaya fosse reinstalado no poder, se a tal consulta popular não se realizasse, Hugo Chávez seria derrotado do mesmo modo. O que interessa é o triunfo do modelo bolivariano, que institui o processo da reeleição, recorrendo às urnas para fraudar a própria democracia. Pois é…

Oscar Arias, presidente da Costa Rica e mediador do conflito, havia apresentado um plano com sete pontos. Previa a volta de Zelaya, sim, mas num governo de coalizão. Ele também desistira da tal consulta popular. Seus emissários toparam, mas o governo provisório de Honduras rejeitou a sua volta à Presidência: permite a sua entrada no país, mas respondendo à Justiça por suas transgressões. Pois é…

A turma de Zelaya fingiu aceitar o plano, mas ele próprio, em entrevista à Folha, disse que não abriria mão da consulta coisa nenhuma! Afirmou que ela é vontade do povo — vontade que ele estava preparado para fraudar (ver post abaixo). Seus negociadores agora dizem que a entrevista foi concedida na sexta (publicada pela Folha no domingo), e que eles aceitaram o acordo no sábado. Conversa para enganar trouxa.

O que Zelaya disse ao jornal brasileiro não era coisa do calor da hora. Estava revelando parte de uma estratégica. Ele não quer ceder em nada porque, hoje, quem lhe dá sustentação é Hugo Chávez. E Chávez só ganha com a oficialização do bolivarianismo.

O que faz agora o irresponsável? Conclama, abertamente, a população à insurreição, insufla a violência. A maioria esmagadora dos hondurenhos, como sabemos, apóia o governo provisório. O recado de Zelaya está sendo dado aos militantes bolivarianos do e no país — já que muitos estrangeiros foram para lá para fazer a “revolução” (ver abaixo). Isso é parte da estratégia de Chávez, consubstanciada no tal “Plano Caracas”: provocar a desordem no país, tentando atrair uma reação violenta dos militares, com muitas vítimas. Os próprios bolivarianos a soldo se encarregariam de fazer alguns mortos entre os opositores do atual governo.

Tenta-se levar a guerra civil a Honduras a todo custo. E o nome do sacerdote dessa missa macabra é Hugo Chávez. Nesse caso, Barack Hussein é seu coroinha.

26 abril 2009

Ciro Gomes falta quatro a cada das sessões da Câmara

No Estadão:
O mais exaltado crítico da divulgação de abusos com as cotas de passagens aéreas da Câmara é um deputado ausente. Ciro Gomes (PSB-CE) faltou a quatro de cada dez sessões ordinárias e extraordinárias realizadas desde o início do mandato, em 2007. No ano passado, ficou entre os cinco campeões de faltas, com ausências em mais da metade das sessões.

A Constituição prevê a cassação de parlamentares da Câmara e do Senado que faltarem a pelo menos um terço das sessões ordinárias de cada ano legislativo, salvo por licença ou missão oficial. Mas a Mesa Diretora da Câmara pode abonar faltas fora desses contextos se, por arbítrio próprio, aceitar outra justificativa do parlamentar, evitando sua inserção na punição constitucional e garantindo a integridade do salário.

Esse artifício da justificativa pessoal praticamente impede descontos das faltas no contracheque. Assim como a maioria das prestações de contas da Casa, as justificativas são inacessíveis a quem se interessar em saber as razões das ausências.

A grande maioria das faltas de Ciro foi justificada. Não houve punição e desconto dos 81 dias (nos quais houve 144 sessões ordinárias e extraordinárias) em que, desde 2007, esteve ausente e justificou as faltas à Mesa. Ausências em outros 27 dias (31 sessões) foram punidas com desconto salarial.

Em sua defesa, Ciro explica apenas parte das ausências em 2008, quando teve problemas de saúde nos dois últimos meses do ano. Ele teve paralisia facial, em consequência de uma virose. O deputado apresentou à Câmara, nesse caso, atestados que recomendavam "repouso domiciliar".

21 abril 2009

Sobre a possível candidatura de Ciro Gomes

Semana passada, o noticiário político divulgou a intenção de Ciro Gomes de ser candidato à presidência pelo PSB, à revelia da vontade de Lula que quer Dilma como candidata único da base governista. Motivo? Não deixar que Serra vença as eleições presidenciais ainda no primeiro turno. Será só isso?

Pergunta-se: o que há de verdade nessa história? Respondo: tudo. Dilma ainda é uma incógnita. Não se sabe ao certo se ela terá forças contra Serra. Há muita coisa em sua vida que precisa ser esclarecida. Ciro, ao revés, já foi candidato, é conhecido nacionalmente, tem muita força no Nordesnte, e por isso é possível que dê trabalho a José Serra.

A fórmula parece boa, porém, Lula, o capitão-mor petista, está ressabiado, e com razão. Afinal, se Ciro é tão bom de voto como afirmam seus defensores, ele, certamente, tirará Dilma do páreo. Mas Ciro, não é da base do Governo - vocês podem se perguntar? Sim. No entanto, Lula é PT e o PT é Lula. Seu projeto não é de governo, mas de poder.

Ciro, como se sabe, tem a língua maior que o corpo. Qual seria o efeito, daqui a um ano, de alguém como Ciro a percorrer o país dizendo que vai fazer o que Lula não pôde, ou não quis? Dizendo, por exemplo, que vai baixar os juros, enquadrar os bancos e atacar o spread? Que vai avançar na reforma agrária e começar a reforma urbana? Certamente, Lula não quer isso.

O que pretende Lula é fazer, em 2010, a velha luta do bem contra o mal. O bem, logicamente, seria seu governo. O mal o do PSDB. O PT defendendo um governo social e o PSDB defendendo um governo neoliberal.

A base de apoio, sem dúvidas, ainda não está fincada. Não se tem a certeza do apoio do PSB. Nem ainda no PMDB (escreverei sobre isso em outro post).

O PSB parece estar consoliando a ideia de candidato próprio. Quem assistiu ao programa partidário dos socialistas veiculado em rede nacional na semana passada (veja no YouTube) verificou que eles começaram a colocar o foguete na rampa de lançamento. Se ele vai ser lançado, aí já é outra história.

18 abril 2009

Dilma, o que você fazia na VAR-Palmares?

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Matéria da Folha de S. Paulo sobre a ficha corrida de Dilma Rousseff durante do regime militar:

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) questionou a autenticidade de um dos documentos referentes à sua prisão pelo regime militar publicado, com outros quatro, em reportagem da Folha no último dia 5. Segundo a ministra, a ficha em que ela aparece qualificada como "terrorista/assaltante de bancos" e da qual consta o carimbo "capturado" sobre a sua foto é uma "manipulação recente". Dilma disse que o documento não consta dos arquivos em que ela mandou pesquisar.

"A ficha é falsa, é uma montagem. (...) Estou, atualmente, numa discussão, tentando ver com a Folha de S. Paulo de onde eles tiraram aquela ficha, porque até agora ela não está em nenhum dos arquivos que pelo menos nós olhamos. Então, ela não é produto nem daquela época, ela é produto recente, manipulado, de órgãos ou de interesses escusos daqueles que praticaram esses atos no passado", disse a ministra em entrevista à radio Itatiaia, de Belo Horizonte.(...)"Eu nunca militei em São Paulo nesse período que eles relatam na ficha. Eu morava em Minas. Tem datas aí [na ficha], de 1968, que eu não só morava aí [em BH] como estudava na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Tinha endereço certo e sabido."

Na sua reportagem, a Folha informava, na legenda sob a reprodução do documento, que a ministra não havia cometido crimes a ela imputados. Dilma disse ainda que, embora tenha ficado presa por seis anos, "infelizmente ou felizmente", nunca foi julgada por participação em ações armadas. "Nunca fui julgada por nenhuma ação armada ou por um assalto a banco, porque as minhas circunstâncias foram essas, não os cometi."(...)"A minha situação fica bastante desagradável para aqueles que defendem ou que houve ditadura branda no Brasil ou que no Brasil havia uma regularidade, naquele período, democrática. Nem uma coisa nem outra. Naquela época se torturava, se matou, se prendeu".(...)"Muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas... E presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião, que é, vamos dizer assim, a excrescência das excrescências da ditadura".

O que dizer?

Algumas quetões históricas precisam ser esclarecidas. Dilma afirma, em sua última citação na matéria da Folha, que não teria sido presa por participar de ações armadas. Que suas prisões seriam pelo crime de organização e de opinião. Será? Dilma fazia parte dos quadros da VAR-Palmares, e sempre se orgulhou disso. A VAR-Palmares atuou em alguns dos mais notórios casos de terrorismo durante o regime militar, entre eles:

- Julho de 68 – Execução de Edward E. T. Otto Maximilian Von Westernhagen, major do Exército alemão;

Outubro de 68 – Execução de Charles Rodney Chandler, capitão do Exército dos EUA;

Julho de 69 – Assassinato de Cidelino Palmeiras do Nascimento, motorista de táxi (conduzia policiais em seu carro), decorrência do assalto ao Banco Aliança

Julho de 69 – Roubo do “Cofre do Adhemar”. O dinheiro nunca apareceu.

Fevereiro de 72 - Assassinato de David A. Cuthberg, marinheiro inglês, de 19 anos, que visitava o Brasil com sua fragata. Quatro membros da VAR-Palmares estavam entre os executores.

Diante da afirmação de Dilma de que não participou de ação armada, cabe perguntar: o que a senhora ministra fazia realmente no VAR-Palmares? Servia cafezinho? Lavava os pratos?



29 dezembro 2008

Internet supera jornais como fonte de notícias nos EUA

Do blog Idéia 2.0 :

O reino do papel vai se esfarelando. Em estudo conduzido no começo de dezembro, a Pew Research Center for the People & the Press chegou à conclusão que a internet agora é a segunda fonte de informação dos norte-americanos.

Passou, sem qualquer surpresas, os jornais. Em um ano, a fatia dos que recorrem à internet por notícias subiu de 24% para 40%, enquanto os jornais se mantiveram praticamente estáveis em 35%.

A TV continua como fonte líder, com 70% dos entrevistados ligando seus televisores quando estão atrás de notícias.

A liderança folgada da TV também parece ser questão de tempo, já que, entre os mais jovens ouvidos pela pesquisa, a busca por dados na TV ou na internet está empatado - 59% afirmou recorrer a cada um dos meios, contra 28% a jornais.

A escalada de 16 pontos percentuais da web entre 2007 e 2008 (você vê a diferença no gráfico ao lado) é a maior diferença já registrada no período de 12 meses de alguma mídia desde 2001, segundo a Pew.

O motivo? Os jovens, de novo. Em 2007, apenas 34% deles recorriam à internet, número que quase dobrou em um espaço de 12 meses. Um preview do estudo pode ser lido no site da Pew.