31 agosto 2006

O filho em defesa do pai

Tive ontem a noite uma conversa rápida com o candidato deputado estadual pela Paraíba Leonardo Gadelha, filho do deputado federal Marcondes Gadelha (citado no relatório final da CPMI dos Sanguessugas). Quetionei-o sobre a citação do nome de Marcondes Gadelha no relatório final da CPMI dos Sanguessugas. Leonardo afirma que tudo não passa de uma seqüência de enganos. Segundo ele, a pessoa citada por Vedoin como recebedora dos depósitos, Francisco Azevedo, é funcionário da Câmara e trabalhou no gabinete do então deputado Adauto Pereira (PB). Com o falecimento de Adauto, Marcondes assumiu a cadeira, daí a confusão. As negociações prosseguiram com o Francisco Azevedo, a verba teria sido destinada ao município de Itaporanga (PB) mas que Marcondes quanto a isto está imaculado. Quanto ao envolvimento do sobrinho de Marcondes, o atual prefeito da cidade de Sousa (PB) Salomão Gadelha, também citado no relatório, Leonardo diz ter sido outro engano. A emenda teria sido destinada pelo deputado Inaldo Leitão (que não é citado no relatório) ao ex-prefeito da mesma cidade, João Estrela. Leonardo diz que Marcondes autorizou sua quebra de sigilo bancário ao Conselho de Ética. Perguntei se ele seria favorável ao voto aberto para processos de cassação. Leonardo diz ser contra, mas estaria aberto a discussões sobre o assunto.

2 comentários:

Santa disse...

Querido Patrick,
Ao comemorar, hoje, o primeiro ano do Blog da Santa eu não poderia deixar de agradecer atenção e carinho que sempre recebi. Bjs

angelabguedes disse...

Mensaleiros, sanguessugas, quadrilhas de todos os tipos e calibres, lobistas, ex-ministros que violaram sigilo de cidadãos indefesos, ex-presidentes da Câmara envolvidos em grossa falcatrua.
Isto é o Brasil