12 abril 2007

Um cria mal criada

Rafael Correa, o jovem presidente do Equador é mais uma cria de Hugo Chávez, certo? Pois ele esteve no Brasil, condenou as críticas de Chávez ao etanol (e alinhou-se com Lula na defesa do álcool combustível), e também botou água no projeto do venezuelano de criar um Banco do Sul, fazendo um pacto com Lula para esvaziar a discussão e jogá-la para um encontro de ministros da Fazenda, como bem conta neste sábado, o insuperável Clóvis Rossi .

Ele (o Correa, não o Rossi) também botou a Petrobras no páreo para exploração de reservas em uma área polêmica (reserva natural), já cobiçada pelos chineses e pelos chilenos. E firmou um monte de acordos de cooperação, aproximando-se do Brasil.

Acostumados a ouvir que o Brasil não tem cacife para disputar com Chávez influência na região, achamos que o resultado da visita foi excelente para a política externa, certo? Claro que não, diz o Estadão. Às vezes me parece que os editorialistas do vetusto paulista só vão ficar contentes no dia em que os países andinos reconhecerem, por tratado, a inegável superioridade brasileira.

6 comentários:

gepetto! disse...

esse cara não ta com nada o chavez é um grande babaca

rubia_liria disse...

Muito bom teu texto tchê!

Cleber disse...

Respeite o grande Chávez rapaz, olha lá se ele é de sua laia!

Santa disse...

Patrick,

Mais um pra engrossar a fila da América Latrina.

Bjs

Ricardo Rayol disse...

E digo que ter o apoio de Chavez é oportuno dado que tem uma grana preta para ajudar numa eleição. depois faz-se como o Lula e não lembra de nada e nã sabe de nada.

DANIEL PEARL disse...

Fato estranho foi à união do jornal O "Estadão" com a "Veja". Ousadia ou necessidade? Outro fato hilariante foram às críticas do ex-presidente e entreguista FHC ao presidente Lula de conversar com os líderes da oposição para aprovar projetos de interesse do país. O que você precisa tomar conhecimento é entrevista bombástica do ex-repórter da TV Globo, Rodrigo Vianna: demitido após se recusar a assinar um abaixo-assinado defendendo a cobertura eleitoral da emissora, confirma que, de fato, existe interferência política no Jornal Nacional. "Será que a Rede Globo fez uma opção parecida com a da Igreja Católica de Ratzinger?" A grande imprensa e seu colunismo político golpista vivem comparando o crescimento econômico do Brasil com o do Haiti por conta da evolução do PIB que este país tem apresentado nos últimos dois anos, pois aquele país tem crescido pouco devido aos problemas político-institucionais e sociais que enfrenta. Acesse o DESABAFO PAÍS. Daniel - http://desabafopais.blogspot.com