27 outubro 2009

De volta ao batente ou nos calcanhares de Chávez

Olá amigos,

Primeiramente, quero perdir desculpas. Sei que falhei em passar um bom tempo longe da blogosfera, deixando a luta ingrata abandonada. Entre indas e vindas, dessa vez é pra valer. Começo hoje a saga, que dei início em 1º de Junho de 2006, e que me rendeu alguns bons elogios e muita, mais muita, cacetada. É do jogo. Estou novamente na luta. Espada e escudo na mão.

Bom, volto e quero começar um debate que sempre me incomoda: a aproximação do Brasil com Chávez. Sim, com Chávez e não com a Venezuela. Aquele povo, apesar de elegê-lo, não tem culpa do governante que têm.

O que não admito é que o Maluco de Caracas, vez por outra, venha meter seu bedelho por aqui. Parece que, agora sim, o governo brasileiro, e seu "paizão" Lula, conseguirá infiltrá-lo dentro do Mercosul.

Matéria da Folha de hoje, por Andreza Marais e Adriano Ceolin:

O governo já tem os votos necessários na Comissão de Relações Exteriores do Senado para aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul. Dos 19 senadores que compõem o colegiado, 11 são favoráveis à adesão, todos pertencentes a partidos que apoiam o governo Lula.

A questão se transformou em um embate político que vem sendo travado na comissão entre governistas e oposição e com desfecho marcado para depois de amanhã.

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentou relatório contrário à participação da Venezuela no bloco, texto que deve ser rejeitado por 11 a 7. Na sequência, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), trará um substitutivo favorável, este sim com votos para ser aprovado.

A Folha ouviu na última semana os senadores da comissão, sendo que 10 afirmaram ser favoráveis à Venezuela e 7, contra (incluindo o presidente, que só vota em caso de empate). Apenas dois não quiseram se manifestar: os senadores Francisco Dornelles (PP-RJ) e Marco Maciel (DEM-PE). A Folha apurou que Dornelles tende a votar a favor e Maciel, contra a adesão.Dos aliados, só o senador Fernando Collor (PTB-AL) promete votar com a oposição. Como estão garantidos os votos dos demais governistas, a defecção não fará diferença no placar favorável a Hugo Chávez, presidente da Venezuela.

Se não houver pedidos de adiamento, a votação na quinta irá coincidir com a presença de Lula em Caracas.Um dos argumentos usados pelos favoráveis à entrada do país no bloco é que a “Venezuela não é Chávez” e que o povo não pode ser punido por um presidente de ocasião.

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www.twitter.com/patrickgleber

Um comentário:

Anônimo disse...

SE PUDESSE LULA TIRARIA MESMO GILMAR MENDES DO SUPREMO.

MAS ELE NÃO PODE!
KKKKKKKKKKKKKKK