<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28670897.post357727253954336100..comments</id><updated>2008-12-04T11:14:31.578-08:00</updated><title type='text'>Comments on Blog do Patrick Gleber | Cadafalso de políticos: VEJA - Privacidade Grampos ilegais assustam o STF ...</title><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/feeds/357727253954336100/comments/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28670897/357727253954336100/comments/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/2008/08/veja-privacidade-grampos-ilegais.html'/><author><name>Patrick Gleber</name><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28670897.post-6557587022185651809</id><published>2008-09-20T20:18:00.000-07:00</published><updated>2008-09-20T20:18:00.000-07:00</updated><title type='text'>DENÚNCIAABIN ACOBERTA CRIMES, ESPIONA ONGs E TEM I...</title><content type='html'>DENÚNCIA&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;ABIN ACOBERTA CRIMES, ESPIONA ONGs E TEM INFORMAÇÕES SOBRE OSSADAS DE GUERRILHEIROS DO ARAGUAIA&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;Começam a aparecer os casos de banditismo na ABIN. A íntegra está no site www.diariodopara.com.br, de 24/8/2008, pg. A-3:&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;(...) A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) vive um período conturbado na regional Norte.  Denúncias de esquemas de fraudes sendo investigadas e velhos esqueletos do armário da época da ditadura militar querendo ver a luz do sol. Entre os problemas, a denúncia de que no escritório da agência em Belém funcionários falsificavam e vendiam documentos falsos como certidões de tempo de serviço para  serem  apresentadas  nos  institutos  federal, estadual e municipal de seguridade social, como INSS, Ipasep  e Ipamb, com a intenção de facilitar  deferimentos  de  processos  de  aposentadoria. A denúncia foi feita em 2003 ao Ministério Público Federal. O esquema veio à tona depois que a senhora Raimunda de Jesus dos Santos foi até a sede da ABIN, em fevereiro de 2002, reclamar que a certidão de tempo de serviço, que teria  sido  elaborada  pelo  servidor  José  Alexandre  Lima  Sanches,  não  fora  aceita  pelo  INSS,  no  processo de  aposentadoria  do  marido  dela,  João Barbosa dos Santos. Segundo a denúncia, Raimunda de Jesus informou que José Alexandre Lima Sanches atuava em conjunto com alguém chamado Raimundo de Oliveira de Araújo Filho, que se identificava como oficial de justiça.  As certidões públicas seriam  falsificadas  com  a  utilização  dos  equipamentos  e  recursos  técnicos  da ABIN e vendidas pelo valor médio  de  apenas  R$  150,00.  José Alexandre daria os telefones e o endereço da Abin, na rua Gaspar Vianna, no  prédio  onde  funciona  o  Ministério  da Fazenda, para a entrega dos supostos documentos falsificados aos  interessados e recebimento dos pagamentos pelo serviço. No mesmo mês em que as denúncias começaram a vazar, José Alexandre, filho de um  ex-funcionário  da  Abin, foi devolvido ao seu órgão de  origem, a Polícia Militar do Pará, onde passou a atuar na Seção de Inteligência  da PM, sem que o comando da Polícia Militar tivesse sido informado  dos  motivos  do  remanejamento  de  Sanches. À época, o chefe da Abin no Pará, Gladston Gonçalves Vilela de Andrade, declarou que as supostas irregularidades praticadas por Alexandre Sanches eram "infundadas, inverídicas e improcedentes".  A denúncia, no entanto, não teria sido investigada. José Alexandre Sanches deixou o cargo na Abin com menção honrosa da entidade pelos "relevantes serviços prestados" ao órgão. (...) Em seu relato, o policial militar disse que acreditava que "fosse idôneo" o trabalho de Araújo, que costumava  usar uma falsa identificação de oficial de justiça. Embora a ABIN tenha arquivado as denúncias, a assessoria do Ministério Público Federal informou  que  todas  as  denúncias  estão sendo analisadas.&lt;BR/&gt;ABIN e ossadas de guerrilheiros do Araguaia. Leia a reportagem abaixo (a íntegra está no site www.diariodopara.com.br, edições de 24, 26 e 27/8/2008).&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;VEREADOR APRESENTA DENÚNCIA SOBRE OSSADAS&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;O vereador Paulo Fonteles (PT-PA) levou ao conhecimento dos vereadores da Câmara Municipal de Belém (CMB), na sessão de ontem, as denúncias sobre a possível existência de ossadas de três guerrilheiros do Araguaia descobertas em uma cisterna durante as escavações nas obras de implantação do Projeto Feliz Lusitânia, conforme matéria publicada pelo DIÁRIO DO PARÁ na edição de domingo (24/8/2008).&lt;BR/&gt;Fonteles fez questão de destacar a iniciativa do DIÁRIO, “por ter trazido à tona, em sua edição de domingo, matéria sobre a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e a sua ação no Estado, assim como a questão das três ossadas encontradas nas obras do Feliz Lusitânia”. Segundo ele, a denúncia, “apresentada de forma corajosa”, reabre uma antiga suspeita. Fonteles declarou que, no primeiro semestre de 2003, ele chegou a denunciar na CMB que trabalhadores da empresa responsável pela execução das obras haviam encontrado as ossadas, que pertenceriam a guerrilheiros dados como desaparecidos. Porém, um homem que se identificou como funcionário da Secretaria Estadual de Cultura (Secult) teria retirado as ossadas do local. Naquele ano, o então secretário de Cultura, Paulo Chaves, foi procurado, “mas não recebeu a comissão da Câmara Municipal”.&lt;BR/&gt;A denúncia, segundo o parlamentar, foi confirmada pelos operários e pelo Sindicato da Construção Civil à época, fatos que, somados às informações de um ex-capitão das Forças Armadas de que teria visto três presos em uma cela do QG do Exército no período da repressão à guerrilha, torna a história ainda mais real. “Nosso interesse é resgatar a história do Brasil e que a consciência do brasileiro não seja prejudicada por remanescentes da política de repressão”. Agente da repressão trabalharia na ABIN: De acordo com Paulo Fonteles, existem remanescentes da política de repressão brasileira atuando na ABIN. “Recebi uma denúncia de que existe um agente atuando na ABIN-Seção Pará, que trabalhou na repressão política e tem buscado abafar as questões relacionadas ao Araguaia”, informou. Esse agente teria trabalhado na Delegacia de Operações e Investigações (DOI) e no Comando de Operações de Defesa Interna (Codi) e sobre ele pesam casos de torturas, crimes e desaparecimentos.&lt;BR/&gt;Fonteles observa que a história dos guerrilheiros desaparecidos vem à tona novamente porque o Brasil está sendo pressionado pela Organização das Nações Unidas a abrir os arquivos da época da ditadura militar, por ser signatário de vários acordos internacionais na área de direitos humanos. “Mas os arquivos ainda não foram abertos, diferentemente do que já acontece na Argentina, Chile e Uruguai, que já o fizeram”, disse Fonteles. A recente iniciativa do Ministério da Justiça em defender a abertura desses arquivos como um todo “é uma luta pelo direito à memória e à vida e precisa ser apoiada”, completou. Fonteles declarou que vai encaminhar as denúncias ao Ministério Público Federal e reafirmou a intenção de convocar o ex-secretário Paulo Chaves e a ABIN para darem explicações sobre o caso. (Diário do Pará, 26/8/2008).&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;CHEFE REGIONAL DA ABIN ACUSADO DE PRATICAR VÁRIOS CRIMES&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;A íntegra da notícia está no site www.correioweb.com.br, de 29/11/2004 ou http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=165125&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;MPF INVESTIGA CHEFE REGIONAL DA ABIN&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;O recém-nomeado chefe da agência regional da ABIN em Belém/PA, Antonio Cláudio Fernandes Farias, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) no Pará. A suspeita é a de envolvimento em irregularidades como servidor público. O agente, no entanto, diz ser inocente. Tom Farias — como o agente é conhecido no Pará — é funcionário da Presidência da República, tendo feito sua carreira no extinto Serviço Nacional de Informações (SNI). Em 1993, três anos após a extinção do SNI, ele foi cedido para o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), onde ocupou o cargo de diretor de pessoal por oito anos. &lt;BR/&gt;Depois desse período, Tom Farias foi ‘‘devolvido’’ ao serviço secreto. Recentemente, acabou sendo escolhido pelo diretor-geral da Abin, Mauro Marcelo, como chefe da agência regional do serviço secreto em Belém. É a gestão de Tom Farias à frente da Direção de Pessoal no Cefet de Belém que está sendo alvo de investigação por parte do MPF. A apuração do caso começou em 2002, numa auditoria realizada pela Controladoria Geral da União (CGU). &lt;BR/&gt;Na época, a CGU apontou dezenas de irregularidades na gestão do Cefet de Belém e recomendou a instauração de procedimentos administrativos contra os diretores, inclusive Tom Farias. Eram duas as principais suspeitas que pesavam sobre o servidor: adulteração de um documento e envolvimento no desvio de R$ 767 mil referentes a pagamento de estagiários. Duas semanas atrás, o procurador Ubiratan Cazetta, responsável pelo caso no MPF, resolveu apresentar uma ação de improbidade administrativa contra o chefe do escritório da ABIN em Belém e outras 14 pessoas supostamente envolvidas nos desvios ocorridos no Cefet.&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;Começaram a aparecer os “alvos” das operações da ABIN. A íntegra está no site www.diariodopara.com.br, de 24/8/2008, pág. A-3:&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;(...) a ABIN afirmou que não realiza atividades sem respaldo da lei.  Se não foge aos limites da lei em relação a suas ações, a ABIN, no entanto,  tem  desempenhado  funções  estranhas  no  atual  momento  político  brasileiro.  Tem espionado  ações de movimentos sociais, como  o de estudantes da Universidade Federal do Pará e o MST, por exemplo.  No dia 06 de abril de 2003, a Agência Pará da Abin encaminhou ao Gabinete de Segurança Institucional um  relatório  de  missão  que  informava  que a Pró-Reitoria da Universidade  Federal do Pará promoveu a Semana  do  Calouro,  cuja  programação  tivera início no dia 31 de março e se  estendeu até 6 de abril. Pelo relatório,  que  foi  acompanhado  de  duas  fotografias  da  manifestação,  dois  panfletos e em informativo tablóide,  os agentes da Abin seguiram a "Caminhada pela Paz e Contra a Fome",  a passeata coordenada pelos professores da instituição. Diz o relatório: "A passeata contou com a participação aproximada de 1.800 pessoas, a maioria  estudantes  universitários,  professores, voluntários e apoio da  Polícia Militar, Corpo de Bombeiros,  CTBel, Cruz Vermelha, Grupo Yamada, Banco do Brasil, Banco Real, Caixa  Econômica  e  TV  Liberal.  Foram  identificados  no  meio  da  passeata  integrantes  do  PSTU  conduzindo  uma grande faixa: "Viva a resistência do povo iraquiano", com o apoio  do  deputado  federal  João  Batista  (Babá).  Outro  relatório  de  inteligência, datado de 19 de abril de 2004,  é  sobre  uma  manifestação  alusiva  ao Massacre de Eldorado dos Carajás,  em  Belém.  O  relato  fala  sobre  as  reivindicações  do  MST,  sobre  o  lançamento do livro "A violência no  campo",  editado  pela  Comissão  da  Pastoral  da  Terra  (CPT)  e  termina  com a agência Pará da Abin "ressaltando as técnicas de desinformação  utilizadas pelas lideranças do MST,  que  dissimulou  (sic)  suas  ações  e  investidas,  dificultando  assim  sua  movimentação  (sic)  pelos  agentes  do governo".&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;"Enquanto a ABIN  monitora  movimentos  sociais  com  material  que poderia ser recortado de jornal,  a biopirataria corre solta na região",  diz um servidor da agência.&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;CHEFE REGIONAL DA ABIN ACUSADO DE PRATICAR VÁRIOS CRIMES&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;A íntegra da notícia está no site www.correioweb.com.br, de 29/11/2004 ou http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=165125&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;MPF INVESTIGA CHEFE REGIONAL DA ABIN&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;O recém-nomeado chefe da agência regional da ABIN em Belém - PA, Antonio Cláudio Fernandes Farias, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) no Pará. A suspeita é a de envolvimento em irregularidades como servidor público. O agente, no entanto, diz ser inocente. Tom Farias — como o agente é conhecido no Pará — é funcionário da Presidência da República, tendo feito sua carreira no extinto Serviço Nacional de Informações (SNI). Em 1993, três anos após a extinção do SNI, ele foi cedido para o Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), onde ocupou o cargo de diretor de pessoal por oito anos. &lt;BR/&gt;Depois desse período, Tom Farias foi ‘‘devolvido’’ ao serviço secreto. Recentemente, acabou sendo escolhido pelo diretor-geral da Abin, Mauro Marcelo, como chefe da agência regional do serviço secreto em Belém. É a gestão de Tom Farias à frente da Direção de Pessoal no CEFET de Belém que está sendo alvo de investigação por parte do MPF. A apuração do caso começou em 2002, numa auditoria realizada pela Controladoria Geral da União (CGU). &lt;BR/&gt;Na época, a CGU apontou dezenas de irregularidades na gestão do CEFET de Belém e recomendou a instauração de procedimentos administrativos contra os diretores, inclusive Tom Farias. Eram duas as principais suspeitas que pesavam sobre o servidor: adulteração de um documento e envolvimento no desvio de R$ 767 mil referentes a pagamento de estagiários. Duas semanas atrás, o procurador Ubiratan Cazetta, responsável pelo caso no MPF, resolveu apresentar uma ação de improbidade administrativa contra o chefe do escritório da ABIN em Belém e outras 14 pessoas supostamente envolvidas nos desvios ocorridos no CEFET. &lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;Atualização de 19/9/2008 - 18h25:&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;O agente ANTONIO CLAUDIO FERNANDES FARIAS, CPF 132.204.202-06, tem contra si 3 ações penais (nr. 2005.39.00.010157-3, nr. 2005.39.00.010255-8 e nr. 2005.39.00.010256-1) e 2 ações civis (2004.39.00.010130-9 e 2005.39.00.004304-7) e ainda permanece no cargo de superintendente da ABIN no Pará apesar de já ter um pedido de habeas corpus no STF sob número 2007.0059198-6.</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28670897/357727253954336100/comments/default/6557587022185651809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28670897/357727253954336100/comments/default/6557587022185651809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/2008/08/veja-privacidade-grampos-ilegais.html?showComment=1221967080000#c6557587022185651809' title=''/><author><name>Arnaldo Soeiro</name><email>noreply@blogger.com</email></author><thr:in-reply-to xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/2008/08/veja-privacidade-grampos-ilegais.html' ref='tag:blogger.com,1999:blog-28670897.post-357727253954336100' source='http://www.blogger.com/feeds/28670897/posts/default/357727253954336100' type='text/html'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28670897.post-4734859031690154217</id><published>2008-08-10T07:33:00.000-07:00</published><updated>2008-08-10T07:33:00.000-07:00</updated><title type='text'>Fala-se muito em espionagem no Brasil, mas quem a ...</title><content type='html'>Fala-se muito em espionagem no Brasil, mas quem a pratica?&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;Eu simplesmente não entendo. Se o ministro Gilmar Mendes é espionado, não pode ser o governo que pratica o ato, porque suas decisões atendem sistematicamente os interesses do atual poder executivo. Logo, há algo estranho que deve ser analisado nesse caso.&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;De qualquer modo, eu sempre achei que o Brasil nunca deixou de ser um Estado policialesco. Tudo, absolutamente tudo no Brasil implica declarações que devem ser enviadas ao IBGE, à Receita Federal e aos ministérios, um ENORME banco de dados que sabe identificar direitinho a vida de cada cidadão.&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;E daí constatamos todos os dias na mídia, que "tubarões" da política são pegos roubando dinheiro público em golpes primários, mesmos golpes que cidadãos comuns não fazem, por saberem serem pegos em ato contínuo... enfim, o enorme banco de dados que citei não é usado para fazer valer a Lei, mas para facilitar que uns poucos a violem...&lt;BR/&gt;&lt;BR/&gt;Que bom que seu blog voltou.</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28670897/357727253954336100/comments/default/4734859031690154217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28670897/357727253954336100/comments/default/4734859031690154217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/2008/08/veja-privacidade-grampos-ilegais.html?showComment=1218378780000#c4734859031690154217' title=''/><author><name>Fábio Mayer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08983814914330667589</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><thr:in-reply-to xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' href='http://blogdopatrick.blogspot.com/2008/08/veja-privacidade-grampos-ilegais.html' ref='tag:blogger.com,1999:blog-28670897.post-357727253954336100' source='http://www.blogger.com/feeds/28670897/posts/default/357727253954336100' type='text/html'/></entry></feed>